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sexta-feira, 18 de setembro de 2020
ROTEIRO DE ESTUDO 7º ANO
Língua Portuguesa Tema: Família/Produção Textual do Caderno da Família Atividade
1. Leia o texto a seguir: TEXTO Você sabia que existem vários “tipos” de
família? A família é uma das instituições mais importantes da sociedade e ela
vem, ao longo do tempo, passando por diversas transformações, alterando o seu
significado de acordo com o ambiente e com o momento histórico em que se
encontra. Assim, pode parecer estranho, em um primeiro momento, dizer que
existem vários “tipos” de família. No entanto, não estamos falando que cada
família é uma –considerando suas radições e manias – mas sim sobre a estrutura
familiar em si, ou seja, sobre como ela é composta. Meio confuso? Vamos tentar
explicar melhor, continue lendo! Até hoje, não seriam poucas as pessoas que, se
fossem questionadas sobre o assunto, Responderiam que a família é o resultado do
casamento entre um homem e uma mulher e os filhos concebidos dessa união. Mas
então, se você não for casada (o), não tem uma família? Se você for homem e
casou com outro homem, vocês não são uma família? Se você foi criado (a) pela
sua mãe e pelo seu padrasto, vocês não são uma família? Se você perdeu seus pais
e foi criado (a) por outros familiares, não são uma família? É de se pensar,
certo? Estamos aqui para dizer que sim, vocês são uma família! Isso porque,
desde o advento da Constituição Federal em 1988, passaram a ser reconhecidas
outras formas de família, diferentes daquela vista por muitos como a forma
“tradicional”. É claro que todas essas famílias já existiam antes e mereciam
proteção. Porém, depois de 1988 elas passaram a ser juridicamente reconhecidas,
tendo, portanto, seus direitos resguardados por lei. Em um bate-papo com a Maria
Berenice Dias (advogada), falamos sobre a necessidade de nos referirmos ao
Direito de Família considerando todas as formas que possam existir e, por isso,
o termo “Direito das Famílias” vem sendo cada vez mais utilizado para se referir
a essa área do Direito. A sociedade vem a cada dia se adaptando às realidades
vivenciadas pelas pessoas e, com isso, o conceito de família passou a ser visto
de maneira plural. Você deve estar se perguntando: “Como assim plural?” Para
ilustrar, nada melhor do que explicar sobre quais “tipos” de família estamos
falando. Abaixo, listamos alguns deles, para que você consiga visualizar a
situação e, até mesmo ver que, talvez, a sua se encaixe perfeitamente. Vamos lá?
Podemos nos deparar com as seguintes modalidades: - Família Matrimonial: aquela
formada pelo casamento, tanto entre casais heterossexuais, quanto homoafetivos.
- Família Informal: formada por uma união estável, tanto entre casais
heterossexuais quanto homoafetivos. - Família Monoparental: família formada por
qualquer um dos pais e seus descendentes. Ex.: uma mãe solteira e um filho. -
Família Anaparental: prefixo Ana = sem. Ou seja, família sem pais, formada
apenas por irmãos. - Família Unipessoal: quando nos deparamos com uma família de
uma pessoa só. Para visualizar tal situação devemos pensar em impenhorabilidade
de bem de família. O bem de família pode pertencer a uma única pessoa, uma
senhora viúva, por exemplo. - Família Mosaico ou reconstituída: pais que têm
filhos e se separam, e eventualmente começam a viver com outra pessoa que também
tem filhos de outros relacionamentos. - Família Simultânea/Paralela: se enquadra
naqueles casos em que um indivíduo mantém duas relações ao mesmo tempo. Ou seja,
é casado e mantém uma outra união estável, ou, mantém duas uniões estáveis ao
mesmo tempo. - Família Eudemonista: família afetiva, formada por uma
parentalidade socioafetiva. Importante observar que essa lista não abrange todas
as maneiras possíveis de se constituir família, apenas apresentamos alguns
exemplos. Em geral, todas as famílias atuais podem ser consideradas
“eudemonistas” sob algum aspecto, o que significa que elas se regem muito mais
pelo afeto do que por outros aspectos. Feitas tais considerações, o objetivo
principal do texto de hoje é mostrar que sempre que nos referirmos à “família”
como uma instituição, a nossa intenção é abranger todas as formas de família
existentes, posto que elas devem ser vistas e tratadas com olhos e valores
afetivos. Disponível em:
https://direitofamiliar.jusbrasil.com.br/artigos/410528946/vocesabia-que-existem-varios-tipos-de-familia.
Acesso em: 20 maio 2020 (adaptado). 2. Que tal construir uma breve apresentação
da sua família? Você deverá elaborar um texto narrativo-descritivo, para
apresentar quem compõe a sua família. Não se esqueça de falar sobre cada um e de
você também! Se você quiser, poderá pedir ajuda de alguém para descrever cada
pessoa. Lembre-se: Os textos descritivos-narrativos são aqueles que apresentam
as características dos textos descritivos (que evidenciam as características
marcantes das pessoas, coisas ou ugares), mas também há marcas de textos
narrativos, que podem contar um determinado fato! As características das pessoas
podem ser físicas (altura, cabelos, olhos, rosto, idade…), como também
psicológicas (temperamento, humor, sentimentos…). Disponível em:
https://www.figuradelinguagem.com/gramatica/generostextuais/. Acesso em: 20 maio
2020. Onde encontro o conteúdo Para conhecer mais sobre os gêneros textuais,
assista ao vídeo: É hora de revisar - gêneros textuais. Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=Ryy0Y7U7pzM. Acesso em: 26 maio 2020. Gêneros
Textuais – Tipos: narrativo, descritivo, argumentativo (Exemplos). Disponível
em: https://www.figuradelinguagem.com/gramatica/generostextuais/. Acesso em: 20
maio 2020. MENEZES, P. Tipos de família. Disponível em:
. Acesso em: 26 maio 2020. Você
sabia que existem vários “tipos” de família? Disponível em:
https://direitofamiliar.jusbrasil.com.br/artigos/410528946/voce-sabia-queexistem-varios-tipos-de-familia.
Acesso em: 20 maio 2020. Objetivo Apresentar os integrantes da família do
estudante por meio de um texto narrativodescritivo. Depois da atividade Você tem
uma foto com todas (ou quase todas) as pessoas da sua família? Que tal
aproveitar esse momento de quarentena para rever fotos antigas e registrar os
momentos em família? Ah! Se for publicar nas redes sociais, use: #EducacaoBahia
14/09
PANDEMIA - AJUSTAMENTO - O sentido torna suportável uma grande parte das coisas - talvez tudo. Carl Gustav Jung
Pandemia é um convite de mudanças, que precisamos viver. Daqui a pouco, só que
não. A verdade o que a gente ver no cenário mundial é, que esse problema tende
ai longe. Nós fazendo mudanças externas, esse abre e fecha de fronteiras DE
PAISES, HOJE MESMO A ESPANHA, ISRAEL e outros, ou seja vamos viver esse problema
por longo tempo, e a educaçao e instrução está sendo convidada para reprensar
muitas coisas. Fazemos planejamentos e estamos estudando para se aprofundar em
que esse novo modelo substituitivo que seremos obrigados a encontrar. A pandemia
veio para mostrar a necessidade de mudança. Temos que rever nossos métodos,
comportamentos e posturas. Não cabe mais aquela postura de antes. Nós
professores e alunos precisamos de amorosidade. Precisamos conhecedr e respeitar
os padrões de mudança. Precisaremos aceitar tanto a alegria quanto a tristeza e
a dor. Segundo Elisabeth Kubler-Rosse devemos experimentar os cinco estágios de
MUDANÇA em nossa vida: NEGAÇÃO RAIVA BARGANHA DEPRESSÃO E ACEITAÇÃO Em seguida
seguir os passos: ACEITAR COMPREENDER COLABORAR DELIMITAR "O OLEIRO FAZ UM VASO,
MANIPULANDO A ARGILA, MAS É O OCO DO VASO QUE LHE DÁ UTILIDADE". "A INTEGRAÇÃO
COM A NATUREZA E SEUS CICLOS DE MUDANÇA REQUER ESSA ATITUDE DE RECEPTIVIDADE,
MALEABILIDADE, SUAVIDADE, ACEITASÇÃO E RESIGNAÇÃ, PARA QUE A VIDA NOS PREENCHA
COM SEUS DONS MAIS PRECIOSOS. ACONTECE, PORÉM, QUE O ATO DE SE ESCRAVIZAR
PRECEDE O DOM DA PLENITUDE, É PRECISO MANTER O OCO DO VASO."(Livro A Bússola e o
Leme)
Roteiros de Estudos - Linguagens - 6º ANO
Língua Portuguesa
Tema: Curadoria de informação para ampliação do Campo Artístico-Literário, tendo como recorte o gênero literário poema.
Atividade
As atividades da semana foram elaboradas para, no primeiro momento, ampliar o seu gosto pela leitura de poemas, aproximando-o do campo artístico-literário, tendo em vista a fruição.
Leia para saborear as palavras, para senti-las, tomando-as para si. Leia em voz alta para celebrar a literatura como arte da palavra.
Para cada dia desse encontro há um poema a sua espera. Colha-o e descortine novos horizontes.
1) Leia o poema:
TEXTO
O Menino que carregava água na peneira Manoel de Barros
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e
sair correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo
que catar espinhos na água.
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces
de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio, do que do cheio.
Falava que vazios são maiores e até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito,
porque gostava de carregar água na peneira.
Com o tempo descobriu que
escrever seria o mesmo
que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de ser noviça,
monge ou mendigo ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor.
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou: Meu filho você vai ser poeta!
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios
com as suas peraltagens,
e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos!
Disponível:
Gostou desse primeiro movimento? Agora, vamos tecer alguns comentários sobre o poema. Assim, você retornará à leitura para descobrir ainda mais...
2) Responda aos questionamentos para compreender ainda mais!
a) O menino era “cismado e esquisito” – que outra palavra você pode usar para caracterizar o menino sem perder o sentido que está no texto?
b) De que modo é possível afirmar que a mãe sentia orgulho do seu filho?
c) Como você explica a expressão presente no texto: “carregava peneira”?
d) Por que a mãe achava que o menino ia ser poeta?
Onde encontro o conteúdo
Se estiver com acesso à internet assista ao vídeo indicado.
O MENINO QUE CARREGAVA ÁGUA NA PENEIRA - Manoel de Barros. Disponível em:
Você pode aprofundar seus conhecimentos sobre o gênero literário poema, acessando os textos:
Verso, estrofe e rima. Disponível em:
As entrelinhas do texto literário. Disponível em:
Livro didático de Português do 6º ano
Objetivo
Ampliar a competência leitora. Desenvolver a criatividade e o pensamento crítico por meio da literatura como arte da palavra.
Depois da atividade
E aí, como você avalia o seu trabalho? O que você aprendeu?
Use a #educacaobahia para discutir sobre o conteúdo de sua postagem.
Ei, fique em CASA! Nós queremos você muito bem
SINTOMAS DO COVID-19
A COVID-19 afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. A maioria das
pessoas infectadas apresentará sintomas leves a moderados da doença e não
precisarão ser hospitalizadas. Sintomas mais comuns: febre tosse seca cansaço
Sintomas menos comuns: dores e desconfortos dor de garganta diarreia
conjuntivite dor de cabeça perda de paladar ou olfato erupção cutânea na pele ou
descoloração dos dedos das mãos ou dos pés Sintomas graves: dificuldade de
respirar ou falta de ar dor ou pressão no peito perda de fala ou movimento
Procure atendimento médico imediato se tiver sintomas graves. Sempre ligue antes
de ir ao médico ou posto de saúde, clínicas ou hospitais. Pessoas saudáveis que
apresentarem os sintomas leves devem acompanhar seus sintomas em casa. Em média,
os sintomas aparecem após 5 ou 6 dias depois de ser infectado com o vírus.
Porém, isso pode levar até 14 dias.
quarta-feira, 8 de julho de 2020
Roteiros de Estudos - Linguagens - 6º ANO
Língua Portuguesa
Tema: Curadoria de informação para ampliação do Campo Artístico-Literário, tendo como recorte o gênero literário poema.
Atividade
As atividades da semana foram elaboradas para, no primeiro momento, ampliar o seu gosto pela leitura de poemas, aproximando-o do campo artístico-literário, tendo em vista a fruição.
Leia para saborear as palavras, para senti-las, tomando-as para si. Leia em voz alta para celebrar a literatura como arte da palavra.
Para cada dia desse encontro há um poema a sua espera. Colha-o e descortine novos horizontes.
1) Leia o poema:
TEXTO
O Menino que carregava água na peneira Manoel de Barros
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e
sair correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo
que catar espinhos na água.
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces
de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio, do que do cheio.
Falava que vazios são maiores e até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito,
porque gostava de carregar água na peneira.
Com o tempo descobriu que
escrever seria o mesmo
que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de ser noviça,
monge ou mendigo ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor.
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou: Meu filho você vai ser poeta!
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios
com as suas peraltagens,
e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos!
Disponível:. Acesso em 20 abr.2020.
Gostou desse primeiro movimento? Agora, vamos tecer alguns comentários sobre o poema. Assim, você retornará à leitura para descobrir ainda mais...
2) Responda aos questionamentos para compreender ainda mais!
a) O menino era “cismado e esquisito” – que outra palavra você pode usar para caracterizar o menino sem perder o sentido que está no texto?
b) De que modo é possível afirmar que a mãe sentia orgulho do seu filho?
c) Como você explica a expressão presente no texto: “carregava peneira”?
d) Por que a mãe achava que o menino ia ser poeta?
Onde encontro o conteúdo
Se estiver com acesso à internet assista ao vídeo indicado.
O MENINO QUE CARREGAVA ÁGUA NA PENEIRA - Manoel de Barros. Disponível em:. Acesso em: 20 abr.2020.
Você pode aprofundar seus conhecimentos sobre o gênero literário poema, acessando os textos:
Verso, estrofe e rima. Disponível em:
.Acesso em: 20 abr. 2020.
As entrelinhas do texto literário. Disponível em:
.Acesso em: 20 abr. 2020.
Livro didático de Português do 6º ano
Objetivo
Ampliar a competência leitora. Desenvolver a criatividade e o pensamento crítico por meio da literatura como arte da palavra.
Depois da atividade
E aí, como você avalia o seu trabalho? O que você aprendeu?
Use a #educacaobahia para discutir sobre o conteúdo de sua postagem.
Ei, fique em CASA! Nós queremos você muito bem
Tema: Curadoria de informação para ampliação do Campo Artístico-Literário, tendo como recorte o gênero literário poema.
Atividade
As atividades da semana foram elaboradas para, no primeiro momento, ampliar o seu gosto pela leitura de poemas, aproximando-o do campo artístico-literário, tendo em vista a fruição.
Leia para saborear as palavras, para senti-las, tomando-as para si. Leia em voz alta para celebrar a literatura como arte da palavra.
Para cada dia desse encontro há um poema a sua espera. Colha-o e descortine novos horizontes.
1) Leia o poema:
TEXTO
O Menino que carregava água na peneira Manoel de Barros
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e
sair correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo
que catar espinhos na água.
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces
de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio, do que do cheio.
Falava que vazios são maiores e até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito,
porque gostava de carregar água na peneira.
Com o tempo descobriu que
escrever seria o mesmo
que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de ser noviça,
monge ou mendigo ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor.
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou: Meu filho você vai ser poeta!
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios
com as suas peraltagens,
e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos!
Disponível:
Gostou desse primeiro movimento? Agora, vamos tecer alguns comentários sobre o poema. Assim, você retornará à leitura para descobrir ainda mais...
2) Responda aos questionamentos para compreender ainda mais!
a) O menino era “cismado e esquisito” – que outra palavra você pode usar para caracterizar o menino sem perder o sentido que está no texto?
b) De que modo é possível afirmar que a mãe sentia orgulho do seu filho?
c) Como você explica a expressão presente no texto: “carregava peneira”?
d) Por que a mãe achava que o menino ia ser poeta?
Onde encontro o conteúdo
Se estiver com acesso à internet assista ao vídeo indicado.
O MENINO QUE CARREGAVA ÁGUA NA PENEIRA - Manoel de Barros. Disponível em:
Você pode aprofundar seus conhecimentos sobre o gênero literário poema, acessando os textos:
Verso, estrofe e rima. Disponível em:
As entrelinhas do texto literário. Disponível em:
Livro didático de Português do 6º ano
Objetivo
Ampliar a competência leitora. Desenvolver a criatividade e o pensamento crítico por meio da literatura como arte da palavra.
Depois da atividade
E aí, como você avalia o seu trabalho? O que você aprendeu?
Use a #educacaobahia para discutir sobre o conteúdo de sua postagem.
Ei, fique em CASA! Nós queremos você muito bem
Roteiro de Estudos - PORTUGUÊS 6° ANO
Língua Portuguesa
Tema: Estratégias de leitura e relações entre os recursos expressivos e efeitos de sentido, coerência e coesão no processamento do texto.
Atividade
Leia o texto, e, se for preciso, volte uma, duas, três vezes para compreender.
Gaguejou em uma palavra, releia, isso ocorre com todo mundo. Depois responda aos questionamentos.
TEXTO
Os sete mitos sobre os gatos
1. Gatos odeiam água: depende do gato. Algumas raças, como o maine coon e o angorá turco, adoram. Tanto que, na falta de um rio ou lago, se enfiam debaixo de torneiras, dentro de banheiras e até em vasos sanitários. Para outras raças, é tudo questão de costume.
2. Eles enxergam no escuro: quase. Eles têm uma visão noturna dez vezes melhor do que a dos humanos. Mas ainda é preciso haver alguma luz para que uma camada extra de células que existe nos olhos dos gatos possa refleti-la de volta à retina, aumentando a visão.
3. Gato preto dá azar: Essa é uma lenda contraditória. Em boa parte do Ocidente, a partir da Idade Média, surgiu a crença de que cruzar com um na rua era azar na certa. Já no Japão e no Reino Unido, esse é considerado um bom sinal.
4. Eles não podem ser adestrados: apesar da fama de insubordinados, podem sim. “Com um pouco de paciência e as técnicas certas, gatos podem aprender os mesmos truques que os cachorros”, afirma o adestrador Gustavo Campelo, de São Paulo. Na Rússia, há 30 anos, o Teatro dos Gatos de Moscou conta com mais de 120 gatos que fazem acrobacias, andam em corda bamba e equilibram bolas no nariz.
5. Apegam-se à casa, e não aos donos: gatos têm um forte senso territorial, mas também sabem muito bem quem cuida deles.
6. Gatos tem 7 vidas: bem que eles gostariam. Mas a verdade é que tem uma só, que dura em média 15 anos para gatos domésticos – e algo entre dois e três para os de rua.
7. Sempre caem em pé: Esse é um dos mitos que deram origem à história acima. Mas a queda precisa ocorrer a uma distância mínima de 60 centímetros do chão para que eles consigam se virar a tempo. E, se for de uma altura muito grande, mesmo caindo sobre as quatro patas eles ainda podem se machucar.
Fonte: Acesso em 15 de abr. 2020.
1. O que esse título diz para você?
2. Anote o que você considerar importante para pensar, comentar, discordar, procurar o significado.
3. Observe como o texto foi sendo organizado: como cada parágrafo foi construído, a escolha das palavras (vocabulário), os sinais de pontuação, como as ideias vão se unindo para que possamos compreender a mensagem. Pense sobre verdadeiro e falso; mito e realidade. Será que devemos ter uma ideia única sobre os fatos ocorridos? Sobre o que dizem para nós? Sobre o que está escrito nos livros? Agora, busque distinguir fato (algo ocorrido) e opinião (modo pessoal de pensar sobre o fato ocorrido). Percebeu como a leitura vai lançando outros mundos em nosso mundo?
Onde encontro o conteúdo
Os sete mitos sobre os gatos: Acesso em 15 de abr. 2020.
Objetivo
Ampliar as habilidades de leitura, oralidade por meio do gênero reportagem, realizando a escrita de notas para aprofundar o estudo do texto e conhecer melhor as relações entre as palavras.
Depois da atividade
Use a #EducacaoBahia para apresentar as suas impressões sobre o conteúdo de sua atividade. Você considera que melhorou a leitura?
Estamos aguardando notícias suas... Mas continue em casa!
Tema: Estratégias de leitura e relações entre os recursos expressivos e efeitos de sentido, coerência e coesão no processamento do texto.
Atividade
Leia o texto, e, se for preciso, volte uma, duas, três vezes para compreender.
Gaguejou em uma palavra, releia, isso ocorre com todo mundo. Depois responda aos questionamentos.
TEXTO
Os sete mitos sobre os gatos
1. Gatos odeiam água: depende do gato. Algumas raças, como o maine coon e o angorá turco, adoram. Tanto que, na falta de um rio ou lago, se enfiam debaixo de torneiras, dentro de banheiras e até em vasos sanitários. Para outras raças, é tudo questão de costume.
2. Eles enxergam no escuro: quase. Eles têm uma visão noturna dez vezes melhor do que a dos humanos. Mas ainda é preciso haver alguma luz para que uma camada extra de células que existe nos olhos dos gatos possa refleti-la de volta à retina, aumentando a visão.
3. Gato preto dá azar: Essa é uma lenda contraditória. Em boa parte do Ocidente, a partir da Idade Média, surgiu a crença de que cruzar com um na rua era azar na certa. Já no Japão e no Reino Unido, esse é considerado um bom sinal.
4. Eles não podem ser adestrados: apesar da fama de insubordinados, podem sim. “Com um pouco de paciência e as técnicas certas, gatos podem aprender os mesmos truques que os cachorros”, afirma o adestrador Gustavo Campelo, de São Paulo. Na Rússia, há 30 anos, o Teatro dos Gatos de Moscou conta com mais de 120 gatos que fazem acrobacias, andam em corda bamba e equilibram bolas no nariz.
5. Apegam-se à casa, e não aos donos: gatos têm um forte senso territorial, mas também sabem muito bem quem cuida deles.
6. Gatos tem 7 vidas: bem que eles gostariam. Mas a verdade é que tem uma só, que dura em média 15 anos para gatos domésticos – e algo entre dois e três para os de rua.
7. Sempre caem em pé: Esse é um dos mitos que deram origem à história acima. Mas a queda precisa ocorrer a uma distância mínima de 60 centímetros do chão para que eles consigam se virar a tempo. E, se for de uma altura muito grande, mesmo caindo sobre as quatro patas eles ainda podem se machucar.
Fonte:
1. O que esse título diz para você?
2. Anote o que você considerar importante para pensar, comentar, discordar, procurar o significado.
3. Observe como o texto foi sendo organizado: como cada parágrafo foi construído, a escolha das palavras (vocabulário), os sinais de pontuação, como as ideias vão se unindo para que possamos compreender a mensagem. Pense sobre verdadeiro e falso; mito e realidade. Será que devemos ter uma ideia única sobre os fatos ocorridos? Sobre o que dizem para nós? Sobre o que está escrito nos livros? Agora, busque distinguir fato (algo ocorrido) e opinião (modo pessoal de pensar sobre o fato ocorrido). Percebeu como a leitura vai lançando outros mundos em nosso mundo?
Onde encontro o conteúdo
Os sete mitos sobre os gatos:
Objetivo
Ampliar as habilidades de leitura, oralidade por meio do gênero reportagem, realizando a escrita de notas para aprofundar o estudo do texto e conhecer melhor as relações entre as palavras.
Depois da atividade
Use a #EducacaoBahia para apresentar as suas impressões sobre o conteúdo de sua atividade. Você considera que melhorou a leitura?
Estamos aguardando notícias suas... Mas continue em casa!
Roteiro de Estudos - PORTUGUÊS 6° ANO
Língua Portuguesa
Tema: Estratégias de leitura e relações entre os recursos expressivos e efeitos de sentido, coerência e coesão no processamento do texto
Atividade
Leia o texto e responda as questões em seu caderno:
TEXTO
CAVERNA
Houve um dia,
no começo do mundo,
em que o homem
ainda não sabia
construir sua casa.
Então disputava
a caverna com os bichos
e era aí a sua morada.
Deixou para nós
seus sinais,
desenhos desse mundo
muito antigo.
Animais, caçadas, danças,
misteriosos rituais.
Que sinais
deixaremos nós
para o homem do futuro.
Fonte: Roseana Murray. Casas. Belo Horizonte: Formato, 1994.
a) Onde moravam os homens mencionados no texto?
b) Por que os homens deixavam desenhos nas cavernas?
c) Que nome recebe os desenhos nas cavernas?
d) Quais sinais o homem atual deixará para o homem do futuro?
e) Represente o poema por uma ilustração.
Onde encontro o conteúdo
Texto disponível no link: Acesso em 16 de abr. 2020.
Texto Complementar para atividade:
A arte rupestre
A arte rupestre é compreendida como o amplo conjunto de desenhos, pinturas e inscrições realizadas pelo homem pré-histórico. Geralmente, este tipo de manifestação artística aparece no interior de cavernas e em outras superfícies rochosas cingidas pela marca da presença humana. Ainda hoje, muitos especialistas discutem se o desenho rupestre pode ser avaliado como uma forma de arte.
Mesmo sendo difícil resolver tal polêmica, não podemos negar que a arte rupestre é uma importante fonte de informações que nos relata sobre o tempo e os costumes de alguns grupos humanos. Para alguns estudiosos, o desenvolvimento desse tipo de manifestação esteve diretamente ligado ao processo de dominação do fogo. O controle desse elemento natural permitiu o conforto e a segurança necessários para o posterior surgimento de processos de comunicação mais complexos, como a palavra e a arte.
Em geral, podemos perceber que a arte rupestre conta com motivos de feição naturalista, onde temos a presença constante de seres humanos e animais. Os homens rupestres são costumeiramente representados de forma isolada ou realizando algum tipo de ação coletiva, como o momento da caça, o parto de uma criança ou o intercurso sexual. Entre os animais, temos a predominância daqueles que serviam como alimento ou atacavam algum espaço habitado por homens.
Inicialmente, essa espécie de manifestação artística aparece como uma clara intenção do homem em registrar as situações que integravam a sua rotina.
Contudo, algumas pesquisas mostram curiosamente que os locais de produção da arte rupestre não eram próximos a algum tipo de aldeia ou morada humana. Dessa forma, pode-se deduzir que o homem pré-histórico já encarava esse tipo de atividade como algo dotado de um lugar e sentido especial.
Apesar dessa leitura possível, devemos salientar que a interpretação da arte rupestre está repleta de limites e problemas. Mas isso não implica dizer que o homem pré-histórico fosse desprovido de qualquer senso estético. Ao representar um animal ou um próximo, o autor explorava elementos de proporção e tonalidade que teriam como pretensão salientar aquilo que era visto como importante em sua visão particular.
Paralelamente, devemos citar que a arte rupestre não se limitava ao registro cotidiano ou a marcação de uma situação corriqueira. Muitas pinturas encontradas em cavernas escondidas e regiões pouco habitadas indicam que essa manifestação artística cumpria uma parte dos rituais funerários e religiosos da pré-história. Ao mesmo tempo, a presença de motivos geométricos (círculos, cruzes, pontos e espirais) demonstra outra faceta complexa e misteriosa dessa arte.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/a-arte-rupestre.htm Acesso em 10 de abr. 2020.
Objetivo Interpretar os diversos tipos de texto.
Depois da atividade
Converse com colegas e familiares sobre as personagens do texto. Incentive alguém a LER! Use a #EducacaoBahia para discutir sobre o conteúdo de sua postagem
Tema: Estratégias de leitura e relações entre os recursos expressivos e efeitos de sentido, coerência e coesão no processamento do texto
Atividade
Leia o texto e responda as questões em seu caderno:
TEXTO
CAVERNA
Houve um dia,
no começo do mundo,
em que o homem
ainda não sabia
construir sua casa.
Então disputava
a caverna com os bichos
e era aí a sua morada.
Deixou para nós
seus sinais,
desenhos desse mundo
muito antigo.
Animais, caçadas, danças,
misteriosos rituais.
Que sinais
deixaremos nós
para o homem do futuro.
Fonte: Roseana Murray. Casas. Belo Horizonte: Formato, 1994.
a) Onde moravam os homens mencionados no texto?
b) Por que os homens deixavam desenhos nas cavernas?
c) Que nome recebe os desenhos nas cavernas?
d) Quais sinais o homem atual deixará para o homem do futuro?
e) Represente o poema por uma ilustração.
Onde encontro o conteúdo
Texto disponível no link:
Texto Complementar para atividade:
A arte rupestre
A arte rupestre é compreendida como o amplo conjunto de desenhos, pinturas e inscrições realizadas pelo homem pré-histórico. Geralmente, este tipo de manifestação artística aparece no interior de cavernas e em outras superfícies rochosas cingidas pela marca da presença humana. Ainda hoje, muitos especialistas discutem se o desenho rupestre pode ser avaliado como uma forma de arte.
Mesmo sendo difícil resolver tal polêmica, não podemos negar que a arte rupestre é uma importante fonte de informações que nos relata sobre o tempo e os costumes de alguns grupos humanos. Para alguns estudiosos, o desenvolvimento desse tipo de manifestação esteve diretamente ligado ao processo de dominação do fogo. O controle desse elemento natural permitiu o conforto e a segurança necessários para o posterior surgimento de processos de comunicação mais complexos, como a palavra e a arte.
Em geral, podemos perceber que a arte rupestre conta com motivos de feição naturalista, onde temos a presença constante de seres humanos e animais. Os homens rupestres são costumeiramente representados de forma isolada ou realizando algum tipo de ação coletiva, como o momento da caça, o parto de uma criança ou o intercurso sexual. Entre os animais, temos a predominância daqueles que serviam como alimento ou atacavam algum espaço habitado por homens.
Inicialmente, essa espécie de manifestação artística aparece como uma clara intenção do homem em registrar as situações que integravam a sua rotina.
Contudo, algumas pesquisas mostram curiosamente que os locais de produção da arte rupestre não eram próximos a algum tipo de aldeia ou morada humana. Dessa forma, pode-se deduzir que o homem pré-histórico já encarava esse tipo de atividade como algo dotado de um lugar e sentido especial.
Apesar dessa leitura possível, devemos salientar que a interpretação da arte rupestre está repleta de limites e problemas. Mas isso não implica dizer que o homem pré-histórico fosse desprovido de qualquer senso estético. Ao representar um animal ou um próximo, o autor explorava elementos de proporção e tonalidade que teriam como pretensão salientar aquilo que era visto como importante em sua visão particular.
Paralelamente, devemos citar que a arte rupestre não se limitava ao registro cotidiano ou a marcação de uma situação corriqueira. Muitas pinturas encontradas em cavernas escondidas e regiões pouco habitadas indicam que essa manifestação artística cumpria uma parte dos rituais funerários e religiosos da pré-história. Ao mesmo tempo, a presença de motivos geométricos (círculos, cruzes, pontos e espirais) demonstra outra faceta complexa e misteriosa dessa arte.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/a-arte-rupestre.htm Acesso em 10 de abr. 2020.
Objetivo Interpretar os diversos tipos de texto.
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